quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Quer ganhar uma ilha Paradisíaca?
O governo de Moçambique lançou, em Maputo, uma promoção turística um tanto quanto diferente: “Ganhe uma Ilha Paradisíaca”. O vencedor terá o direito de usar uma vila situada na ilha de Benguerra, no Oceano Índico.
A campanha, divulgada pela internet e televisão, tem como objetivo divulgar aos turistas internacionais a riqueza natural e as ilhas da costa de Moçambique.
Os participantes poderão participar enviando mensagens por celular e 15 pessoas serão sorteadas para participar da grande final, informou o diretor do Instituto de Turismo de Moçambique (INATUR), José Tomo Psico.
Os quinze escolhidos disputarão o prêmio num programa de televisão. O vencedor ganha o direito de frequentar a ilha e a levar três convidados, com todas as despesas pagas, durante duas semanas durante o ano ao longo de três anos. Além disso, receberá um pagamento referente ao aluguel da vila durante 25 anos.
O valor total do prêmio é de aproximadamente 25 milhões de dólares, segundo os organizadores da promoção. Ao total mais de 120 países poderão participar.
“Queremos promover o turismo sustentável e ecológico e mostrar Moçambique ao mundo”, afirmou o ministro de Turismo de Moçambique, Fernando Sumbana. “Moçambique é um destino emergente e vemos que a maioria dos turistas estão à procura de novos lugares, por isso estamos confiantes de que conseguiremos evitar a crise”, acrescentou Sumbana, em referência à queda na visita de turistas registrada em todo mundo devido à situação econômica, especialmente na Europa e Estados Unidos.
A campanha pretende, além disso, atrair investidores do setor para incentivar a construção de novas instalações turísticas no país africano, segundo explicou o ministro. "Melhoramos os nossos hotéis, mas é momento de começar um trabalho maior e de fazer com que o turismo também sirva para o desenvolvimento social e econômico”.
A vila em Benguerra tem duas casas e será construída no resort de luxo Marlin Lodge. A ilha faz parte da reserva natural do arquipélago de Bazaruto, a cerca de 15 quilômetros do litoral de Moçambique.
Bazaruto é uma das reservas marinhas mais importantes do leste da África e habitat de raias, tartarugas e tubarões baleias.
Japão cria o primeiro navio hibrido do mundo!
Buscando reconquistar o mercado de transportes marítimos, atualmente dominado pelas vizinhas Coreia do Sul e China, o Japão anunciou o lançamento do Emerald Ace, o primeiro navio híbrido do mundo. Utilizando energia elétrica e solar, ele tem “consciência ambiental” e não produz nenhuma emissão de carbono enquanto está em movimento.
Desenvolvido pela Kobe Shipyard, o modelo foi apresentado em março e tem 200 metros de comprimento por 36 de largura, pesando mais de 60 mil toneladas. Ele transporta 6400 passageiros e tem 12 andares – sendo que o mais alto deles é reservado para os 768 painéis solares da Panasonic que fazem a captação da energia vinda do Sol.
Cada painel produz 160 kW de energia – o que é o bastante para 50 casas, em média. Grande parte dela é armazenada em baterias recarregáveis, de íon lítio, semelhantes às utilizadas em notebooks.
Quando o navio está em uso, utiliza motores à base de diesel e a energia solar em excesso serve para ligar instrumentos, lâmpadas e outras tarefas. Assim que o Emerald Ace atraca em algum lugar, o motor à diesel para de funcionar.
“Os eco-navios são fundamentais para a nossa batalha. Não podemos lutar sem eles. Fizemos uma decisão difícil analisando o mercado, mas o resultado é positivo”, avaliou Hideaki Omiya, presidente da Mitsui Engineering & Shipbuilding Company, responsável pela criação do navio.
Vale lembrar que o Japão liderou este mercado por muito tempo, desde os anos 70, porém a crise econômica de 2008 fez com que o país perdesse boa parte do investimento na área, abrindo caminho para outros concorrentes. Talvez por isso o investimento em uma tecnologia tão diferenciada tenha sido a aposta ideal para os japoneses tentarem retomar o topo.
Queda no turismo faz EUA cortejar turistas estrangeiros!
Pergunte a uma pessoa o que ela acha dos Estados Unidos e a variedade de respostas será equivalente apenas à diversidade do país em si. Alguns odeiam a política externa do país; outros admiram os ideias sobre os quais o país foi fundado. Poucos, contudo, respondem com um olhar vago. Mesmo os analfabetos geográficos e alienados em termos de política ouviram falar dos Estados Unidos.
Ainda assim, uma nova agência de promoção de turismo, a Brand USA, lançou a primeira campanha da história para atrair visitantes estrangeiros ao país. Contra uma pano de fundo de paisagens majestosas e tomadas de pessoas bonitas se divertindo, Rosanne Cash (filha de Johnny Cash) e um punhado multicultural de músicos diz ao mundo que “fica mais perto do que parece; venha e descubra o país dos sonhos”.
Pode parecer que os EUA não tenham a necessidade de fazer propaganda de si mesmo. Trata-se do segundo país mais visitado do mundo (atrás apenas da França). Mas tal campanha já deveria ter sido feita há muito. Entre 2000 e 2010, a parcela de gastos em viagens estrangeiras destinada aos EUA caiu em um terço, de 17,2% para 11,6%. De acordo com o McKinsey Global Institute, o braço de pesquisa da consultoria, viagens de longa duração aumentaram em 31% na década que foi até 2009, enquanto o total de visitantes dos EUA (excluindo aqueles que vêm do México e Canadá) registrou uma queda de 2 milhões e ficou em 24 milhões.
Parte da culpa do declínio pode ser atribuída ao severo esquema de segurança posto em prática após os ataques terroristas de 2001. Agentes de imigração carrancudos não se esforçam para confirmar a alegação de que os EUA são um país acolhedor. Mas a JWT, a agência de publicidade que criou a campanha, encontrou outras razões para a queda no turismo. O fato de que os EUA são o país mais poderoso e conhecido do mundo funciona contra o país: como um brasileiro afirmou à agência, “os Estados Unidos foram tão bons em vender sua imagem para os brasileiros, que agora uma campanha publicitária não faz muita diferença”. Outros se sentem repelidos pela “arrogância e grosseria” dos americanos. E a ascensão dos mercados emergentes tirou a legitimidade da afirmativa de que os EUA são o novo mundo.
A Brand USA foi criada para mudar essas ideia. Entre as suas funções, conforme estabelecidas pelo Travel Promotion Act aprovado pelo Congresso em 2010, está “identificar e corrigir percepções equivocadas a respeito das políticas de entrada nos EUA ao redor do mundo”.
Câmbio poderá ser feito em caixas eletrônicos
Objetivo é facilitar as operações de câmbio durante os megaeventos esportivos que estão por vir!
O Conselho Monetário Nacional aprovou nesta quinta-feira, 26, o uso de caixas eletrônicos para operações de câmbio, tanto para troca de dólar, euro ou libra por real, quanto para saque destas moedas estrangeiras.
O objetivo é facilitar as operações de câmbio durante os megaeventos esportivos que estão por vir. Cada operação terá um limite de US$ 3 mil (pouco mais de R$ 6 mil). Até hoje, apenas empresas do ramo de turismo cadastradas no Ministério do Turismo podiam fazer câmbio. Agora, qualquer pessoa jurídica poderá fazê-lo.
Os equipamentos necessários, conhecidos como “máquinas cambiadoras”, são muito comuns na Europa e nos EUA, mas ainda não existem no Brasil. Por aqui, eles serão operados por instituições financeiras autorizadas. A identificação do cliente será feita por meio de um cartão internacional.
Bom dia!
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